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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Concurso UFJF 2019: Professor de Artes Cênicas no Colégio de Aplicação João XXIII

Em Minas Gerais, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou a abertura de um novos editais (nº 103 e 104/2019) de concurso público para preenchimento de 01 vaga no cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico para lotação no Colégio de Aplicação João XXIII.
Conforme documentos publicados, as oportunidades são para áreas de Artes (01 vaga) que exige licenciatura plena em educação artística – modalidade: artes plásticas, ou dança ou artes cênicas, ou teatro; ou licenciatura plena em artes visuais, ou licenciatura plena em artes plásticas, ou licenciatura plena em teatro, ou licenciatura plena em artes cênicas ou licenciatura plena em dança.

Inscrição Concurso UFJF 2019

Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever entre o período de 16 de setembro (a partir das 14h) até as 19h do dia 11 de outubro de 2019, no site da Universidade. A taxa de inscrição está fixada em R$ 150,00.

Provas Concurso UFJF 2019

O concurso contará com provas escritas objetivas (caráter eliminatório) e prova dissertativa (caráter eliminatório); prova de projeto acadêmico; prova didática; e prova de títulos. As avaliações objetivas serão aplicadas no dia 24 de novembro, em locais a serem divulgados.
O gabarito da prova objetiva será divulgado no dia 25 de novembro a partir das 14 horas no site já citado. O concurso público é válido por 24 meses, a contar da data de homologação do resultado final, prazo este que poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, a critério da Universidade Federal de Juiz de Fora MG.

Informações do concurso

  • Concurso: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) MG
  • Banca organizadora: UFJF
  • Escolaridade: superior
  • Número de vagas: 01
  • Remuneração: a divulgar
  • Inscrições: 16 de setembro a 11 de outubro de 2019
  • Taxa de Inscrição: R$ 150,00
  • Provas: 24 de novembro de 2019
  • Situação: PUBLICADO

EDITAL UFJF MG 103/2019
EDITAL UFJF MG 104/2019

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Machado de Assis Real

Uma campanha da Faculdade Zumbi dos Palmares recriou a foto clássica do escritor Machado de Assis e pede para que a nova imagem seja inserida no lugar da antiga.

O movimento “Machado de Assis Real” explica que a ação é “a primeira errata feita para corrigir o racismo na literatura brasileira”. 


Entendeu?
http://machadodeassisreal.com.br/
#Resistência

Nota pública dos Diretores Gerais à Comunidade escolar do Colégio Pedro II

MEC corta 36% da verba do Colégio Pedro II, única escola federal de ensino básico, fundada em 1837

Com 14 campi nas cidades do Rio de Janeiro, Niteróri e Duque de Caxias, o Colégio Pedro II tem quase 13 mil alunos. Corte ultrapassa R$ 18,5 milhões e "terá implicações devastadoras", segundo diretores

Em nota pública divulgada nesta quinta-feira (2), diretores do Colégio Pedro II dizem que o corte de 36,37% do orçamento informado pelo Ministério da Educação inviabilizará todo planejamento da instituição, fundada em 1837 e até hoje o único estabelecimento de ensino básico federal no país.
“O corte da distribuição dos recursos orçamentários soma R$ 18.571.339,00, referentes aos gastos de custeio (Ação 20RL – Funcionamento de Instituições Federais de Educação). Além de expressiva, a redução do orçamento, por ser abrupta, inviabilizará o planejamento que foi elaborado antecipada e cautelosamente pelos dirigentes dessa instituição”, afirma a nota dos diretores, que foram informados do corte nesta quinta-feira.
O corte é parte do projeto do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de desmonte da educação pública no Brasil e vai de encontro até mesmo à política educacional pregada por Jair Bolsonaro, de privilegiar o ensino básico, em detrimento às pesquisas nas universidades, que também tiveram corte de 30% nos repasses federais.
Com 14 campi nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias, e Centro de Referência em Educação Infantil, localizado em Realengo, o Colégio Pedro II tem quase 13 mil alunos e é referência desde a Educação Infantil até o Ensino Médio Regular e Integrado.
“Apesar de sermos a única e mais antiga Instituição de Ensino Básico Federal do país, infelizmente, deparamo-nos hoje com o informe desse corte orçamentário que, devido a sua magnitude, terá implicações devastadoras, trazendo danosas consequências para a manutenção de nossa Instituição”, alerta a nota.
Leia a íntegra da nota.
Nota pública dos Diretores Gerais à Comunidade escolar do Colégio Pedro II
Nós, Diretores Gerais do Colégio Pedro II, fomos informados pela Reitoria, na tarde dessa quinta-feira, dia 02 de maio, sobre o corte, promovido pelo Governo Federal, de 36,37% da verba de custeio destinada à nossa Instituição para o ano de 2019.
O corte da distribuição dos recursos orçamentários soma R$18.571.339,00, referentes aos gastos de custeio (Ação 20RL – Funcionamento de Instituições Federais de Educação). Além de expressiva, a redução do orçamento, por ser abrupta, inviabilizará o planejamento que foi elaborado antecipada e cautelosamente pelos dirigentes dessa instituição.
Desde 2014, vivenciamos contingenciamentos e redução do nosso orçamento e administramos com responsabilidade nossos campi, honrando com o pagamento das contas básicas como água e energia elétrica, bem como contratos com empresas fornecedoras de serviços fundamentais como segurança, limpeza e alimentação. Era essa verba que vinha nos permitindo, não sem dificuldades, garantir a execução de projetos pedagógicos reconhecidamente de excelência e oferecer à nossa sociedade educação pública de qualidade.
Apesar de sermos a única e mais antiga Instituição de Ensino Básico Federal do país, infelizmente, deparamo-nos hoje com o informe desse corte orçamentário que, devido a sua magnitude, terá implicações devastadoras, trazendo danosas consequências para a manutenção de nossa Instituição.
A necessidade de maior investimento em Educação Básica tem sido apontada por especialistas, em todo o mundo, como requisito indispensável ao desenvolvimento de qualquer nação. Não há crescimento sem educação. Estamos diante de um projeto para a educação pública que, não só não prevê investimento, como também corta verbas de custeio básico.
Não negligenciaremos o nosso dever de gerir o bem público com responsabilidade, transparência e respeito à legislação vigente. Porém, não podemos nos abster de informar à nossa comunidade os grandes riscos que todos corremos com esse corte.
Em período de crise, união, informação e diálogo são fundamentais.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

A ascensão do conservadorismo nas eleições de 2018


Nesta última eleição vários chamados “caciques da política” não conseguiram suas pretendidas reeleições. Antes de isso ser um alento, é sempre bom lembrar que os novos a ocupar esses cargos não necessariamente vão optar pela renovação dos ideários políticos, ou se vincular as novas demandas de uma sociedade cada vez mais plural. Para melhor exemplificar estes fatos, basta observarmos que as mudanças no quadro de candidatos eleitos, entre outros fatores, estão atreladas fortemente a presença de narrativas de orientação política conservadoras. Aqui no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, a ascensão meteórica do candidato Wilson Witzel, pelo PSC, nesta última eleição. Witzel que, durante todo o período do pleito, ocupava as últimas colocações entre os candidatos ao governo do estado do Rio de Janeiro, sempre oscilando entre modestos 1% ou 2% das intenções de voto, conquista, nos últimos dias antes da eleição de primeiro turno, 42% dos votos válidos, sendo esse percentual representativo de mais de três milhões de eleitores, através de transferência de votos orientadas por igrejas neopentecostais, como a Universal e Assembleia de Deus e que acabaram por fazê-lo lograr o governo do estado ao final do segundo turno. Essa façanha pode se explicar se levarmos em conta, entre outros fatores, que aqui no estado do Rio de Janeiro, durante os anos noventa do século passado, o índice de eleitores pertencentes a essas igrejas não passava de 9% e agora atingem algo próximo de 27%.  Eleitorado esse, hoje, bastante articulado com o grupo político de Bolsonaro e eficaz na utilização das múltiplas plataformas socias.
A ascensão, nesta última eleição, de Witzel e de Bolsonaro à presidência da República (enquanto fenômenos eleitorais), e defensores de um discurso conservador, vem com a constatação que boa parte da sociedade reconhece a deterioração do sistema político aliada, ao que tudo parece, a impossibilidade de uma autocrítica de partidos vinculados a ideários socias democratas e sobre erros cometidos ao combater o conservadorismo extremista propondo novas e originais soluções, principalmente na área de segurança pública, mas também em educação, saúde, emprego e meio ambiente. Ainda, por que não dizer, a recusa em constituir-se um amplo e contundente debate sobre valores morais e éticos, fundamentalmente, em áreas onde vivem pessoas com menor poderio econômico.
Reconhecer que Bolsonaro, Witzel, entre tantos outros, que se elegeram, não apenas no Executivo, mas substancialmente no Legislativo, com outsiders, “valentões” agressivos, capazes de enfrentar o “mal” produzido pelas esquerdas “marxistas” e superar as dificuldades presentes também deveria se reconhecer que esses mesmos não mencionam, e nem possuem, qualquer plano político inovador para dar conta de fatos e acontecimentos emergentes e urgentes para a sociedade.
Ao final, o que nos restará será a manutenção da “velha política”. Velhos hábitos sendo recuperados. Provavelmente essa também será uma demanda difícil de ser conseguida, visto que nenhum partido conseguiu ampla maioria em seus estados e nem o Presidente da República terá no Congresso Nacional. E para se conquistar uma coalizão pretendida como, por exemplo, a constituída entre os anos de 1964 e 1985, seria necessário para Bolsonaro ter maioria na Câmara e no Senado. Assim, o mais plausível seja o recuo de Bolsonaro distribuindo, contra suas narrativas durante a campanha, cargos e ministérios aos “aliados” do momento para a conquista necessária para a mesma. Afinal, para o congresso, nada é de graça! Ocupar cargos em ministérios constituiu-se na política brasileira instrumento essencial para os partidos, com o empoderamento de suas lideranças. O problema que se faz aqui, como bem podemos observar no comportamento de gerações passadas, é que o fisiologismo político implantado nos partidos possui ventos muito mais favoráveis as suas próprias necessidades políticas de sobrevivência do que as necessidades da nação. Em outras palavras, o clientelismo se sobrepões a efetivas políticas socias, administrativas e econômicas que poderiam nos elevar a outros patamares desenvolvimentistas.   
A questão é, como contrapor toda essa ordem de conservadorismo que nos assola e mirra com nossa democracia ainda adolescente? Talvez devamos principiar em enfrentar, de forma clara e crítica, que há um oceano de distância entre aquilo que podemos chamar de legalidade para aquilo que definimos como legitimidade. Reivindicar nossa democracia através da denúncia e do confronto de ideias, apontando essa nefasta ilegalidade disfarçada, sorrateira, existente em nossa república.

Luciano Loureiro
2019

#Resistência



sábado, 13 de abril de 2019

Concurso UEA AM 2019: Professor de Artes Cênicas

No Estado de Amazonas, a Universidade do Estado (UEA) divulgou edital para as disciplinas de: Ensino da Dança (1), Ensino do Teatro/ Direção Teatral (1)

Inscrição e Provas UEA AM 2019: Professor

Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever entre o período de 17 de abril (09h) até as 17h do dia 17 de maio de 2019, no site oficial da banca organizadora UEA (www.uea.edu.br). 

concurso UEA AM consistirá em prova escrita, prova de títulos e prova didática. As avaliações serão aplicadas em dia, hora e locais a serem informados via Universidade. O concurso público é válido por 24 meses, a contar da data de homologação do resultado final, prazo este que poderá ser prorrogado uma vez, por igual período.