Este blog foi criado com o intuito de divulgar espetáculos, oficinas, concursos etc. acessíveis e/ou gratuitos. Assim como, ideias e pensamentos relacionados às Artes Cênicas, História e Educação. Sejam todos bem-vindos! .
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Divulgação: Teatro Escola SESC / "Teatro na Contramão"
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, extraído de Diálogos de Estado


Jean Baptiste Colbert - ministro de estado de Luis XIV (Reims, 29 de Agosto de 1619 - Paris, 06 de Setembro de 1683)
Jules Mazarino - nascido na Itália, foi cardeal e primeiro ministro da França (Pescina, 14 de julho de 1602 - 9 de março de 1661)
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar, quando já se está endividado até ao pescoço...
Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão. Mas o Estado... o Estado, esse é diferente! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se...
Todos os Estados o fazem!
Colbert: Ah, sim? O Senhor acha isso mesmo? Contudo, precisamos de dinheiro. E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: Criam-se outros.
Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: Sim, é impossível.
Colbert: E, então, os ricos?
Mazarino: Os ricos também não. Eles não gastariam mais.
Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: Então, como havemos de fazer?
Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos, mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Representação brasileira premiada em Praga
Representação brasileira premiada em Praga
escrito por vals em junho 21, 2011Realizada a cada quatro anos no país do leste europeu, a PQ constitui evento internacional de proa em sua área. Reúne trabalhos contemporâneos numa variedade de disciplinas e gêneros do design da performance. São figurinos, palco, espaços não-convencionais, iluminação, sonoplastia, e arquitetura teatral para dança, ópera, teatro, site specific, performances multimidiáticas, artes performáticas, etc.
Além da premiação máxima, a peça BR-3, que o grupo Teatro da Vertigem montou em 2006 em trechos do leito e das margens do Rio Tietê, em São Paulo, sob direção de Antônio Araújo, foi considerada a melhor produção mundial nos últimos cinco anos por inovar no uso e na ressignificação do espaço da cidade com perspectiva cênica.
A Quadrienal de Praga nasceu em 1967, estimulada pelo intercâmbio com a Bienal Internacional de São Paulo, como anotei em reportagem para a Folha em 1999.
No início dos anos 60, a mostra paulista anexava uma exposição cenográfica e recebia artistas plásticos estrangeiros. Um destes criadores foi o tcheco Joseph Svoboda, nome que depois iria influenciar vários cenógrafos por aqui.
O Brasil é presença cativa desde o início – só não participou da edição de 1983. Já expuseram em Praga, por exemplo, o arquiteto Fábio Penteado e os cenógrafos Flávio Império, Helio Eichbauer, Gianni Ratto, José de Anchieta, Daniela Thomas e J.C. Serroni.
Na edição de 1971, Eichbauer ganhou medalha de ouro pelo trabalho de cenografia exposto. Na mostra de 1995, Anchieta, Daniela e Serroni integravam a equipe contemplada com a Triga de Ouro pelo conjunto de seus trabalhos.
A representação ora vencedora é composta de quatro mostras: a nacional, a de figurinos, a de arquitetura e a das escolas. A primeira seleção foi subdividida nas chaves damemória (compreendendo cenografias, figurinos, direção de arte e demais elementos dos projetos As centenárias, Memória da cana, Hoje é dia de Maria, A farsa da boa preguiça, A chegada de Lampião no inferno, Sonhos para vestir, Fábulas dançadas de Leonardo da Vinci e Retratos pintados); dos lugares (BR-3, Projeto Barafonda, O santo guerreiro e o herói desajustado, Arrufos e O perfeito cozinheiro das almas deste mundo); da ação (Projeto coleções, Exercício nº 2: formas breves, Mistério-Bufo, Vale 1 real eEnquadro); e da transposição (OsGêmeos, Romeu e julieta, Clowns de Shakespeare, Caixa de Imagens, Coletivo Laborg e Lux).
Os artistas participantes desse time são: Analu Prestes, Antônio Araújo, Bia Lessa, Camila Toledo, Carlos Alberto Nunes, Cris Bierrenbach, Daniele Geammal, Doris Rollemberg, Fernando Mello da Costa, Flavio Graff, Gabriel Villela, Guga Ferraz, Hélio Leites, João Irênio, Jorge Fonseca, Julio Dojcsar, Lia Renha, Luciana Buarque, Marcelo Andrade, Marta Jourdan, Mauro Leite, Miguel Vellinho, Newton Moreno, Ney Madeira, OsGêmeos, Pedro Bernardes, Raul Mourão, Renato Bolelli Rebouças, Rodrigo Cohen, Rostand Albuquerque, Samuel Abrantes, Fernando Sato, Sérgio Marimba, Silvana Marcondes e Valéria Martins, além dos coletivos Caixa de Imagens, Companhia Os Fofos Encenam, Companhia Pequod Teatro de Animação, Companhia São Jorge de Variedades, Clowns de Shakespeare, Coletivo Casadalapa, Coletivo Laborg, Grupo XIX de Teatro, Intrépida Trupe e Teatro da Vertigem.
O site oficial da PQ11, em inglês
12ª Quadrienal de Praga - Brasil volta ao mais tradicional evento de cenografia do mundo...
Brasil volta ao mais tradicional evento de cenografia do mundo, que em 2011 reflete sobre conceito de espaço cênico à luz das novas tecnologias digitais
A 12ª Quadrienal de Praga reunirá, entre 16 e 26 de junho, na capital da República Tcheca, obras de cenógrafos, figurinistas, designers, arquitetos e artistas visuais de mais de 60 países. O Brasil, que já recebeu a Triga de Ouro, prêmio máximo do evento, participa das quatro principais mostras desta edição, com recursos da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

segunda-feira, 20 de junho de 2011
5º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora

quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Funarte recebe projetos de artes cênicas
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) seleciona projetos de ocupação para seus teatros, galpões e salas de espetáculos. Os nove editais para a área de artes cênicas, lançados em 31 de maio, contemplam propostas das áreas de teatro, dança e circo.
O processo seletivo está aberto, até 15 de julho, a empresas e produtoras culturais de todo o Brasil. Os interessados devem enviar à Fundação projetos com as programações para os espaços, que podem incluir apresentações de espetáculos, oficinas, debates, palestras e outras atividades ligadas à área de artes cênicas.
A seleção dos projetos inscritos fica a cargo de comissões julgadoras compostas por especialistas de cada área. Durante a avaliação, são considerados os seguintes critérios: excelência artística do projeto; sua viabilidade prática e o planejamento para a ocupação, por meio de cronograma da programação; qualificação dos profissionais envolvidos; estratégia de comunicação, divulgação e formação de público; e a conformidade com os objetivos do edital.
No mês de julho, enquanto os editais ainda estão em andamento, alguns dos espaços receberão artistas e obras selecionados em maio, quando a Funarte abriu uma convocatória pública de projetos.
Conheça os editais e documentos anexos
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Post Scriptum: para maiores informações, favor clicar no título da postagem.
Funarte recebe projetos de artes cênicas
A Fundação Nacional de Artes (Funarte) seleciona projetos de ocupação para seus teatros, galpões e salas de espetáculos. Os nove editais para a área de artes cênicas, lançados em 31 de maio, contemplam propostas das áreas de teatro, dança e circo.
O processo seletivo está aberto, até 15 de julho, a empresas e produtoras culturais de todo o Brasil. Os interessados devem enviar à Fundação projetos com as programações para os espaços, que podem incluir apresentações de espetáculos, oficinas, debates, palestras e outras atividades ligadas à área de artes cênicas.
A seleção dos projetos inscritos fica a cargo de comissões julgadoras compostas por especialistas de cada área. Durante a avaliação, são considerados os seguintes critérios: excelência artística do projeto; sua viabilidade prática e o planejamento para a ocupação, por meio de cronograma da programação; qualificação dos profissionais envolvidos; estratégia de comunicação, divulgação e formação de público; e a conformidade com os objetivos do edital.
No mês de julho, enquanto os editais ainda estão em andamento, alguns dos espaços receberão artistas e obras selecionados em maio, quando a Funarte abriu uma convocatória pública de projetos.
Conheça os editais e documentos anexos